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Atemporal

por Redação | publicado em Monday, 05 de February de 2018


POR Letícia Pimentel

Mesmo após 110 anos de sua morte, Machado de Assis permanece contemporâneo

Em 2018, completam-se exatos 110 anos da morte de Joaquim Maria Machado de Assis. Isso você agora já sabe, mas talvez conheça pouco da história de vida deste homem que é, sem dúvida, um dos maiores, senão o maior, autor da literatura brasileira. Nascido no Morro do Livramento (Rio de Janeiro), Joaquim era pobre, míope, gago e mulato. Mal estudou em escolas públicas e sequer frequentou a universidade. Porém, destoando-se dos padrões da época, teve grande ascensão social graças, sobretudo, a muita superioridade intelectual adquirida. Adulto, assumiu cargos públicos no Ministério da Agricultura, do Comércio e das Obras Públicas. Em jornais, conseguiu ainda mais notoriedade, pois neles publicou suas primeiras poesias e crônicas.

Mais velho, Assis fundou e foi o primeiro presidente da Academia Brasileira de Letras. E não era para menos, já que foi poeta, romancista, cronista, dramaturgo, contista, folhetinista, jornalista e crítico literário. Considerado um autor universal e contemporâneo (já que as temáticas em seus livros transcendem a época em que foram escritos), Joaquim escreveu nove romances e peças teatrais, 200 contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de 600 crônicas. Embora tenha suas primeiras obras em vertente romântica, Machado de Assis foi o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas, em 1881. Desta fase, aliás, destacam-se suas melhores obras, pertencentes à conhecida Trilogia Realista. E essa é exatamente a indicação que trouxemos a você. Conheça, leia ou releia. Valerá a pena!

Acompanhe a matéria completa na nossa próxima edição.


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