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Casa Fiat de Cultura apresenta nova exposição: “Construções Afetivas – Nello Nuno e Eliana Rangel”

por Redação | publicado em quinta, 01 de março de 2018


A Casa Fiat de Cultura apresenta, a exposição Construções Afetivas: Nello Nuno e Eliana Rangel. Por isso, convidamos vocês para um café nesta quarta-feira, dia 28 de fevereiro, às 10h, momento em que será possível conhecer a mostra em uma visita conduzida por Márcio Sampaio e Nello Rangel, curadores da exposição. Esta será a primeira exposição que reunirá as obras de Nello Nuno e Eliana Rangel, dois irmãos, grandes artistas mineiros, com exemplares de toda sua trajetória artística.

Sobre a exposição

A exposição Construções Afetivas: Nello Nuno e Eliana Rangel na Casa Fiat de Cultura apresentará mais de 80 pinturas, vídeo e objeto em um diálogo plástico-visual, apresentando as singularidades e as afinidades entre esses artistas. Com obras exibidas em fases da produção artística de cada um, a mostra oferecerá ao público a oportunidade de explorar os caminhos das invenções e das escolhas estéticas e técnicas de Nello e Eliana. Desde as telas sobre infância de Eliana até as mais espirituais na vida adulta, assim como as pinturas paisagens de Ouro Preto (MG) e o cotidiano da família de Nello, será possível perceber as construções afetivas dos irmãos. A mostra envolveu mais de 30 colecionadores e tem curadoria dos artistas plásticos Márcio Sampaio e Nello Rangel.

A exposição será aberta ao público no dia 6 de março e poderá ser visitada até 6 de maio, com entrada gratuita.

Nello Nuno

Nascido em Viçosa (MG), em 1939, Nello Nuno começou a pintar ainda adolescente, usando as tintas e os pincéis da mãe, também pintora e sua principal incentivadora. Morou a maior parte da vida em Ouro Preto (MG), tendo se mudado para a cidade em 1963, ano em que também realizou sua primeira mostra individual, que inaugurou a galeria da Associação Mineira de Artistas Plásticos (Amap), recebendo logo a aprovação entusiasmada da crítica e do público. Expôs, em seguida, em Montevidéu (Uruguai) e diversas cidades brasileiras. Foi premiado em vários salões, com destaque para o do Museu de Arte da Pampulha, em 1973. Foi professor da Fundação de Arte de Ouro Preto, da Escola Guignard e da Escola de Belas Artes da UFMG. Em 1974, por indicação de Amílcar de Castro, obteve bolsa da Fundação Guggemhein, para desenvolver trabalho em Nova York, vindo a falecer antes de fazer a viagem. Morreu em 1975, aos 35 anos de idade.

Eliana Rangel

Nascida em Viçosa (MG), em 1941, encontrou em Belo Horizonte o ambiente ideal para produzir seus desenhos, ilustrações, objetos, pinturas e instalações. Entre as diversas exposições coletivas e individuais, foi artista convidada, em 1992, no evento “Viva Yanomamis Vivos” no contexto da Eco/92, na Fundação Cultural do Distrito Federal, onde apresentou suas pinturas inspiradas na arte africana e indígena, e participou também da Bienal de São Paulo e da Bienal del Deporto, em Montevidéu (Uruguai). Eliana fez parte do Núcleo Experimental de Arte da Escola Guignard, sob a orientação de Amílcar de Castro. Além da trajetória como artista plástica, foi diretora artística da Fundação Cultural Carlos Drummond de Andrade e atuou também como curadora e museógrafa. Morreu em 2003.

Presenças no Encontro com a Imprensa:

Márcio Sampaio e Nello Rangel, curadores da exposição

José Eduardo Lima Pereira, presidente da Casa Fiat de Cultura

Ana Vilela, gestora da Casa Fiat de Cultura

Clarita Gonzaga, coordenadora do Programa Educativo da Casa Fiat de Cultura


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