Belo Horizonte, 04/07/2022

Jeans: revolucionário e libertador

por redacao | publicado em sexta, 20 de maio de 2022



Foto: divulgação

Celebrado hoje, o tecido mais popular do mundo prova que tem liberdade de movimentos e pode ser produzido de forma consciente


“A alma jeans é parte de uma cultura planetária, resultado de mudanças e revoluções que marcaram época (...)”. A frase de Renato Kherlakian, idealizador da célebre Zoomp, descreve não apenas o impacto que o jeans causa na indústria têxtil e fashion desde seu surgimento, em 1792, em Nimes, na França. Ela também traduz o quanto o tecido acompanhou, e ainda acompanha, transformações e novos comportamentos mundo afora.

Na década de 1950 o jeans caiu nas graças dos norte-americanos. Vinte anos depois, na década de 1970, ele já era celebridade no Brasil e colocava o país no pódio de maiores produtores do tecido no mundo.

Desde que desembarcou por aqui, o jeans nunca deu descanso às máquinas que o dão vida. Entrou na moda e ocupa um considerável espaço no guarda-roupa dos brasileiros. É o tecido mais democrático e camaleônico do mundo. Vai do escritório às festas sem perder a personalidade.

Ao longo dessas décadas bem vividas, o jeans ganhou novas cores, lavagens, foi aplicado em produtos que fugiam ao vestuário e se tornou indispensável para aqueles que prezam por conforto e estilo.

Originalmente criadas para serem utilizadas por homens, as peças em jeans continuam reinando no guarda-roupa masculino. O jeans atual promove liberdade de movimentos. E algumas marcas investem todos seus esforços para oferecer um tecido maleável, que se adapta e respeita os mais diversos biótipos.

A marca Urbô, por exemplo, aposta nas modelagens Skinny, Slim Fit e Straight para garantir um jeans de movimento e alto conforto. “Adotamos um processo técnico e preciso de testes de modelagem, escolha de tecido, prova, lavagem, amaciamento, dentre outros, para garantir que a peça chegue se encaixe como uma luva no corpo masculino”, destaca o diretor de marketing e estilo da marca, Matheus Menezes.

Segundo Menezes, esses detalhes na produção tornam a peça democrática, prática, stretch, moderna e tecnológica. “Queremos que o jeans seja capaz de se adequar às rotinas agitadas de um bailarino clássico ou um empresário da indústria têxtil. Sem desgastar ou limitar seus movimentos”, pontua.

Com a campanha A Liberdade de Movimentos, a marca prova que os novos jeans são tão maleáveis que até um bailarino pode executar seus movimentos com leveza e precisão a bordo de calça e jaqueta produzidos com o tecido.

Assista ao vídeo da campanha:

https://www.youtube.com/watch?v=w16XYEzwY7o

Liberdade e sustentabilidade

Se por um lado o jeans possui caráter libertário, por outro sua produção e impacto podem ser controversos. Pesquisas na indústria têxtil já revelaram que uma calça jeans, por exemplo, pode consumir quatro mil litros de água durante todo o seu ciclo de vida. E mais: a produção de uma calça jeans pode emitir 33,4 kg de carbono, o que corresponde a uma viagem de carro de 111 km.

Em função desse lado preocupante e pouco glamouroso do jeans, as marcas buscam soluções para tentar amenizar esse fato. A Urbô, por exemplo, prioriza fornecedores que adotam atitudes preventivas e sustentáveis, para que não gere impacto no meio-ambiente durante o processo de produção. A água usada na fabricação da calça é tratada e devolvida à natureza. “Não adianta entregar uma peça bonita, mas que não respeite o meio-ambiente. Preservar a natureza faz parte da alma jeans”, finaliza Matheus Menezes.


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