12 de julho de 2024

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RESPONSABILIDADE SOCIAL: Contratação de refugiados promove a diversidade 

RESPONSABILIDADE SOCIAL: Contratação de refugiados promove a diversidade 
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Redação

Dia Mundial do Refugiado e Imigrante, celebrado em 20 de junho, é um marco para reflexão sobre a importância da empregabilidade de pessoas de fora do Brasil

Em um mundo cada vez mais globalizado, a diversidade cultural e a inclusão social têm se tornado valores centrais para empresas de todos os setores. O Dia Mundial do Refugiado e também do Imigrante, celebrado em 20 de junho, é um momento oportuno para reflexão sobre a importância da contratação de refugiados e imigrantes pelas organizações, de acordo com especialistas.

Para o presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos – seção Minas Gerais (ABRH-MG), Leandro Souza de Pinho, a contratação desses profissionais de fora do Brasil contribui na questão de responsabilidade social das empresas e gera inúmeros benefícios econômicos e culturais.

De acordo com Leandro Pinho, a contratação de refugiados e imigrantes não só é uma prática ética, como promove a diversidade, preenche lacunas no mercado de trabalho, melhora a reputação das empresas, contribui para a economia e apoia a integração social. “Empresas que adotam essas práticas podem se tornar líderes em inovação, inclusão e responsabilidade social”, explica.

Para o presidente da ABRH-MG, a miscigenação é uma importante ferramenta, pois contribui para criação de um ambiente laboral mais tolerante, aberto e em constante aprendizado, em função de reunir, no mesmo espaço, profissionais de origens e culturas diversas. “É preciso realizar sensibilização e educação junto a lideranças e demais funcionários sobre essa questão com objetivo de promover a conscientização sobre a inclusão e a diversidade no local de trabalho”, ressalta.

Pinho reforça que os refugiados e imigrantes podem fazer contribuições valiosas para a diversidade e a cultura organizacional de diversas maneiras. “Eles trazem consigo diferentes perspectivas, experiências e conhecimentos culturais que podem enriquecer o ambiente de trabalho e promover a inovação”. Ele acrescenta que também ajudam na promoção e inclusão da igualdade dentro da organização, propiciando um ambiente de trabalho mais acolhedor para todos os funcionários, independentemente de sua origem.

Segundo Pinho, entre os desafios enfrentados pelos refugiados e imigrantes, na busca de emprego em um novo país, estão: barreiras linguísticas, ou seja, dificuldade em entender anúncios de emprego, participar de entrevistas e de se comunicar efetivamente no local de trabalho. “

Um dos empecilhos para esses trabalhadores, conforme Pinho, é que as qualificações e experiências profissionais, obtidas no país de origem, não são reconhecidas no novo país. “Isso pode forçar os refugiados e imigrantes a aceitarem empregos abaixo de seu nível de habilidade e qualificação”, enfatiza.

Outro problema que pode ser enfrentado pelos refugiados e imigrantes é a discriminação com base na origem, etnia ou status de refugiado, o que pode limitar as oportunidades de emprego. 

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